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Gerontofobia

A Gerontofobia (agism em inglês) é o ódio irracional ou  medo desproporcional persistente e repugnante de envelhecer assim como de pessoas idosa. Esta  fobia assenta muitas vezes em fantasias negativas e estereótipos que  apresentam as pessoas mais velhas como dementes, inactivas e inúteis. As situações de Gerontofobia/ansianismo marginalizam os mais velhos dos  centros de decisão social e familiar, isolando-os e deixando-os muitas vezes  em situações de dependência, que o idoso tende aceitar como “normal” apesar  de não o desejar.

O Grupo de trabalho sobre Não Descriminação da Platforma Europeia das Pessoas Idosas ( AGE Antidiscrimination Expert Group), do qual a Associação VIDA faz parte integrante, identificou as seguintes potenciais  áreas de discriminação, para as pessoas idosas:

  • Formação e Educação
  • Saúde e Cuidados Médicos
  • Segurança Social
  • Seguros
  • Serviços Financeiros
  • Voluntariado e Serviços comunitários
  • Habitação
  • Marketing e Comunicação Social
  • Acesso a espaços públicos e transportes
  • Novas Tecnologias de comunicação e Informação
  • Estatísticas e Monitorização da Informação
  • Participação Politica e Social
  • Impostos
  • Violência sobre as pessoas mais velhas

Já foi vitima de discriminação ? Gostaria de apresentar soluções/sugestões de como minimizar ou erradicar estas formas de descriminação ? PF contacte-nos: vida@viver.org

Qual o significado de «discriminação» ?
As novas disposições abrangem tanto a discriminação directa como a indirecta. Existe discriminação directa quando, numa situação comparável, uma pessoa é tratada de forma menos favorável do que outra em razão da raça ou origem étnica, religião ou convicções, deficiência, idade ou orientação sexual.

Exemplo de discriminação directa: um anúncio de emprego refere que «só podem  concorrer jovens» No entanto, dado a discriminação adoptar normalmente formas mais subtis, também se incluiu a discriminação indirecta. Esta ocorre quando uma disposição, critério ou prática aparentemente neutros possa ocasionar uma desvantagem para pessoas em razão da raça ou origem étnica, religião ou convicções, deficiência, idade ou orientação sexual, a não ser que a referida disposição, critério ou prática possa ser justificada objectivamente por uma finalidade legítima.

Como exemplo de discriminação indirecta, pode mencionar-se a exigência de todas as pessoas que solicitam um posto de trabalho serem testadas relativamente a uma língua em especial, apesar de esta língua não ser necessária para aquele trabalho. O teste pode constituir uma discriminação em relação às pessoas cuja língua materna não seja a do teste. Fonte: ”Manual de Apoio à Vítima”