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Idosos vão à consulta no MSN

Adicionada | 26 Outubro 2010 por TiO

Sete idosos da Cruz Quebrada-Dafundo, em Oeiras, vão passar a ter consultas médicas semanais, através do programa de conversação via Internet MSN Messenger, um projecto da Junta de Freguesia, que pretende fornecer conselhos médicos on-line.

Através da «Telemedicina», um projecto da Junta de Freguesia da Cruz Quebrada-Dafundo, sete idosos vão poder, a partir de segunda-feira, falar com uma enfermeira num chat na Internet, não só pela escrita mas também com vídeo. «O objectivo é que os fregueses da Cruz Quebrada digam como se sentem, que medicamentos estão a tomar, se estão bem, se estão mal. A enfermeira também poderá aconselhar os utentes: e isto sem saírem de casa», explicou o presidente daquela Junta, Paulo Freitas do Amaral, em declarações à Lusa.

O luto pode ser fatal

Adicionada | 08 Setembro 2010 por TiO

O luto pode ser fatal

Os cientistas descobriram a resposta ao aumento do risco de morrer entre viúvas e viúvos após a morte dos seus cônjuges. O efeito de viuvez pode ser causado pelos efeitos combinados de stress e de mudanças relacionadas com a idade no sistema imunológico.

Janet Lord, imunologista da Universidade de Birmingham, no Reino Unido, concluiu que o aumento dos níveis de cortisol causado por acontecimentos angustiantes, como o luto, pioraram a situação.

A equipa de Lord demonstrou que nestas pessoas os glóbulos brancos denominados neutrófilos – a primeira linha de defesa contra as bactérias patogénicas – eram menos potentes. Os neutrófilos  desenvolvem-se quando as pessoas têm de elavado cortisol no sangueem relação ao DHEAS (sulfato de dehidroepiandrosterona).

Enquanto o cortisol trava as respostas imunes o DHEAS impulsiona-as. Quando activados, os neutrófilos desencadeiam a libertação de uma série de moléculas tóxicas que matam os micróbios patogénicos. Agora a equipe de Lord demonstrou que a presença de DHEAS faz com que os neutrófilos produzam um do seus componentes mais mortíferos, o super óxido.

“Quando o cortisol é alto, quando se está numa situação muito angustiante, é quando a falta de DHEAS é mais importante” disse Janet Lord.

A equipa pretende dar suplementos de um produto químico similar ao DHEAS, durante  três meses a pessoa que sofram fractura da bacia, para ver se a função dos neutrófilos aumenta.

Ewen Callaway
Newscientist Magazine #2766

Coma menos e viva mais

Adicionada | 08 Setembro 2010 por TiO

Coma menos e viva mais

A newsweek, apresenta-nos Bob Cavanaugh, de 61 anos, que planeia viver até os 120 anos e tem uma arma secreta: é adepto e praticante de uma severa dieta extremamente baixa em calorias.

Durante anos tem havido provas de que uma dieta extremamente baixa em calorias prolonga a vida das espécies desde os ratos aos macacos (um estudo recente também confirma os resultados positivos para os seres humanos neste tipo de dieta), e quanto mais aprendemos sobre a restrição calórica, mais parece ser estarmos perante uma espécie de maravilha médica: esta semana, um estudo na revista Science mostra que os macacos com uma dieta de restrição de calorias, ao longo de 20 anos, não só vivem mais tempo, mas têm cérebros mais jovens e menos doenças relacionadas com a idade que os macacos com uma dieta normal.

Mas será possível adoptar uma dieta de baixas calorias e não perder a cabeça? Cavanaugh diz que sim.

Os homens consumem 1.800 calorias, ao invés das2.500 recomendadas e as mulheres comem apenas 1.500 a 1.700 calorias por dia, ai invés da média recomendada de 2.000. Mas isso não significa que não comam bem.

Uma destas manhãs, Cavanaugh, que vive no litoral da Carolina do Norte, preparou o seu pequeno-almoço, o mesmo que tomou quase todos os dias desde o início da sua dieta de baixas calorias há oito anos atrás: um quarto de chávena de aveia,  outro quarto de farelo de aveia,  mais um quarto de leite em pó desnatado , e o quarto restante de leite, líquido, magro. Depois de levar a mistura dois minutos ao microondas, juntou meia chávena de mirtilos congelados – para fornecer antioxidantes e melhorar a clarividência mental – e duas colheres de sopa de sementes de girassol, o que fornecerá 60 porcento das suas necessidades de vitamina E diárias. Por fim, acompanha estas 451 calorias com uma chávena de café e não vai comer mais nada até à hora do jantar e diz que não vai sentir fome, até então.

O resto do artigo pode ser lido (em inglês) aqui.

Idade e stress contínuo

Adicionada | 06 Agosto 2010 por TiO

Idade e stress contínuo

As pessoas idosas irritadas e irritantes podem estar mal-humoradas apenas  porque os seus cérebros reagem de modo diferente ao stress crónico. Pelo menos é o que acontece com os ratos idosos.

As pessoas idosas são mais vulneráveis ao stress do que os jovens. “O nível de tolerância da ansiedade e da depressão é mais baixo”, diz Nancy Pachana, da Universidade de Queensland, em Brisbane, Austrália.

Para investigar a razão de ser deste facto, Hirotaka Shoji do Centro Nacional de Geriatria e Gerontologia de  Obu no Japão, colocou ratos de 3 meses de idade e de 24 meses de idade sob stress, colocando-os dentro de um contentor de arame uma hora por dia, durante duas semanas. Antes de iniciar este tratamento, os dois grupos de ratos tinham níveis similares de corticosterona , a hormona do stress. Duas semanas depois, todos os ratos tinham níveis mais elevados dessa hormona, mas os ratos mais velhos tinham um valor significativamente mais elevado. Os ratos mais velhos também demonstraram uma maior actividade em áreas do cérebro associadas à ansiedade e a diminuição de actividade nas regiões relacionadas com o controlo emocional (Behavioural Brain Research, DOI: 10.1016/j.bbr.2010.03.025).

Shoji sugere que o envelhecimento pode reduzir a capacidade do cérebro neutralizar a libertação de corticosterona como resposta à tensão nervosa. Quando outro grupo de ratos foi colocado na gaiola apenas uma vez, durante uma hora, os níveis de corticosterona dos ratos jovens e mais velhos foram semelhantes, sugerindo que o envelhecimento aumenta a vulnerabilidade ao stress contínuo, o que não acontece em episódios pontuais.

É possível que a capacidade do cérebro neutralizar a libertação de corticosterona seja reduzida com a idade.

Chris Krägeloh da Universidade de Tecnologia de Auckland, Nova Zelândia, diz que é difícil comparar os ratos de laboratório com seres humanos já que o exercício físico e mental pode proteger o cérebro humano enquanto os ratos de laboratório não têm estímulos equivalentes.

Wendy Zukerman
in newscientist

Travar o envelhecimento

Adicionada | 11 Julho 2010 por TiO

Travar o envelhecimento

Um cientista inglês de 47 anos acredita que é possível travar o envelhecimento. Aubrey De Grey defende que a ciência pode “reparar os danos acumulados no corpo ao longo da vida e tornar as pessoas mais bonitas e com um aspecto mais jovem”. Uma teoria que ontem defendeu no Porto, durante o simpósio anual do Programa Graduado em Áreas da Biologia Básica e Aplicada (GABBA) da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto.

De Grey é o director da fundação Strategies for Engineered Negligible Senescence, na Califórnia, Estados Unidos, onde tem desenvolvido uma pesquisa alargada com o objectivo de encontrar uma cura para o envelhecimento. Segundo explicou ao DN “este rejuvenescimento só é possível com muito trabalho dos jovens e muita investigação”.

“A biologia experimentativa necessita de desenvolver métodos para usar células estaminais, terapias limpas e engenharia de tecidos, tudo aquilo que interessa, para reparar os danos moleculares e celulares”, salientou o investigador inglês.

De Grey explica que algumas das tecnologias para o fazer já existem, “mas outras ainda estão longe de ser alcançadas”. Por isso calcula que são necessárias algumas décadas para que seja possível travar o envelhecimento.

“Dentro de 25 anos teremos 50% de hipóteses de o conseguir fazer”, sustenta.

A teoria de Aubrey De Grey – doutorado pela Universidade de Cambridge, onde nunca foi aluno, devido ao seu livro The Mitochondrial Free Radical Theory of Aging – é polémica e tem sido alvo de muitas críticas.

Para dar a conhecer o seu trabalho, o cientista publicou em 2007 o livro “Ending Aging”, em parceria com o assistente Michael Rae, onde descrevem com maior detalhe esta teoria. E, em Março de 2009, criou uma organização sem fins lucrativos, a Fundação Strategies for Engineered Negligible Senescence, onde tenta pôr em prática as suas teses.

Graças a este trabalho, o investigador assegura que a contestação à sua teoria tem vindo a mudar nos últimos anos e até assegura que ela se devia ao des- conhecimento do verdadeiro significado da medicina regenerativa. “Com o tempo as pessoas têm vindo a perceber como todos estes campos se combinam e, na verdade, já não me criticam tanto”, frisa.

Em termos de conhecimentos e desenvolvimentos tecnológicos, Aubrey De Grey assegura que actualmente já temos alguma da tecnologia necessária para este processo. “Sabemos o que é preciso fazer, mas ainda precisamos de realizar muita investigação para conseguir que o processo possa resultar”, referiu ao DN.

Salientando que é necessário investir mais dinheiro neste campo, o cientista inglês assegura que “precisamos que exista investigação e pesquisa ao nível das universidades, mas igualmente de uma maior investigação do sector privado em biotecnologia”.

Contudo, o biogerontologista inglês acredita que todos temos um papel decisivo para travar o nosso envelhecimento. “Acima de tudo precisamos que as pessoas coloquem um maior ênfase na geriatria preventiva e que se concentrem em prevenir o seu próprio envelhecimento, em vez de se preocuparem tanto nas doenças e nos seus efeitos”, sublinha Aubrey De Grey.

Helder Robalo
Fonte: DN

O calor e os idosos

Adicionada | 22 Maio 2010 por TiO

O calor e os idosos

O calor começa a manifestar-se e afecta especialmente as pessoas com de 60 anos, em particular quem sofre de diabetes, hipertensão ou tem problemas renais. Como medida de prevenção há que hidratar, como à medida que envelhecemos sentimos menos sede, mesmo não a sentindo é necessário ingerir líquidos, água ou sumos de fruta, sem açúcar. O ideal é ingerir oito copos de líquidos por dia, por exemplo quatro de água e quatro de sumo.

Nas horas em que o sol está mais forte, há que ficar dentro de casa, ou pelo menos à sombra. A temperatura ideal será à volta de 25 graus. Como nem todos têm acesso a aparelhos de ar condicionado, devem fechar as janelas e respectivos meios de protecção, particularmente das fachadas mais expostas ao sol, mantendo-as dessa forma enquanto as temperaturas exteriores se encontrarem mais elevadas que as interiores. Aqui fica, ainda, uma sugestão caseira: passar uma toalha molhada em volta do pescoço, debaixo das axilas, na dobra do braço, nas virilhas e na dobra das pernas ajuda a refrescar dado que são zonas do corpo por onde passa importante quantidade de sangue que refrescado conduz esse efeito para o resto do corpo.

Outro problema associado ao calor situa-se no inchaço dos membros inferiores. Assim, deve evitar-se estar muito tempo sentado, não mais de uma hora seguida, ao fim da qual se deve dar uma volta para ajudar à circulação do sangue. A elevação das pernas também ajuda.

Em suma: beber muita água, usar roupas leves, sapatos que não apertem, movimentar os membros inferiores e manter-se à sombra.

Mais informações: Portal da Saúde do Ministério da Saúde

Turismo medicinal

Adicionada | 19 Maio 2010 por TiO

Num esforço para aumentar o turismo, países como Barbados e as Filipinas lançam iniciativas para atrair viajantes seniores que necessitam de cuidados de saúde de maior qualidade.

O governo de Barbados anunciou planos de criar um Conselho Nacional de Saúde de qualidade, que serviria como um órgão regulador para o produto e prestadores privados de serviços.

Este conselho seria dividido em subsecções para tratar seis sectores de promoção de bem-estar, incluindo a medicina complementar e alternativa, opções saudáveis, vida assistida, o acesso universal aos produtos e serviços turísticos, bem como a medicina convencional.

Actualmente, reiki, reflexologia e massagem são os serviços mais populares entre os “turistas medicinais”. Legisladores nas Filipinas estão também a trabalhar para promover o “turismo medicinal”, uma indústria global que se espera valer 188.000 milhões dólares americanos nos próximos três anos, de acordo com o Boletim de Manila.

Como resultado, o país – junto com outros membros do mercado asiático, como Tailândia, Índia, Singapura e Malásia – esperam atrair pacientes idosos de países com sistemas de saúde que não conseguem para satisfazer as suas próprias necessidades.

Os alvos são, para além da Europa e dos Estados Unidos, as nações em desenvolvimento como a Indonésia, Vietname, Camboja e partes da África e América Latina.

Fonte: Global Network

Entraram em Vigor

Adicionada | 12 Maio 2010 por TiO

Entraram em Vigor

Novos procedimentos para a emissão do Cartão Europeu de Seguro de Doença (CESD) para pensionistas de outro Estado-Membro e respectivos membros da família, residente em Portugal. No dia 01 de Maio de 2010 entram em vigor os novos regulamentos comunitários relativos à coordenação dos sistemas de segurança social, vindo substituir os actuais Regulamentos (CEE) nº 1408/71 e nº 574/72.

2. Nos termos da legislação europeia acima referida, para poderem beneficiar de prestações em espécie, os pensionistas ou os titulares de uma renda de outro Estado-Membro e os respectivos membros da família que residam em Portugal têm de estar inscritos nos serviços de segurança social da área de residência.

3. Em situação de estada noutro Estado-Membro, os serviços que procederam à inscrição dos pensionistas e dos respectivos membros da família emitem, nos termos do disposto Regulamento (CEE) nº 574/72, o Cartão Europeu de Seguro de Doença (CESD).

4. Com a entrada em vigor dos novos regulamentos comunitários de segurança social, Regulamento nº 883/2004, de 29 de Abril de 2004 e do Regulamento nº 987/2009, de 16 de Setembro de 2009, a partir de 01 de Maio de 2010, o Cartão Europeu de Seguro de Doença das pessoas em apreço passa a ser emitido pela instituição competente do Estado-membro que paga a pensão ou renda.

5. Do atrás exposto decorre que os CESD emitidos pelas instituições portuguesas durante a vigência dos actuais regulamentos deverão ter a sua validade limitada a 30 de Abril de 2010.

6. Assim, a partir de 01 de Maio de 2010, a instituição do Estado-membro que paga a pensão, com responsabilidade pelo encargo com os cuidados de saúde do pensionista, é competente para a emissão do CESD em relação à pessoa que receba uma pensão ao abrigo da legislação de outro Estado-membro e aos seus familiares em situação de estada num Estado-Membro que não seja aquele em que residem.

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+SaúdArte

Adicionada | 12 Maio 2010 por TiO

O projecto +SaúdArte é um programa semanal na área do envelhecimento activo composto por: Oficinas Temáticas, Workshops de Alimentação e Nutrição, Dias da Ginástica, Rastreios de Saúde e Formação Profissional para técnicos. Estas acções são o culminar de um projecto que surgiu como resposta a uma acentuada preocupação no que diz respeito à situação actual da terceira idade.
Destina-se a pessoas com mais de 55 anos de idade, Grupos de risco e vulneráveis. A realização deste projecto é levada a cabo pela Fundação Bomfim em Braga e Guimarães em parceria com algumas entidades: Adere Minho, Beco com Saída atelier, Bragahabit, Câmara Municipal de Braga, Câmara Municipal de Guimarães, CASFIG, CIFOTIE, Grupo CESPU e Junta de Freguesia da Sé de Braga.
As inscrições já estão abertas e podem ser feitas na Fundação Bomfim em Braga ou Guimarães.

Contactos:
 
FUNDAÇÃO BOMFIM
Rua da Boavista, nº. 152-154, 4700-416 Braga
Tel: +351 253271267 / +351 253213749
Fax: +351 253216236
www.bomfim.org

Candidaturas: ADIS SIDA

Adicionada | 12 Maio 2010 por TiO

Candidaturas: ADIS SIDA

O Programa ADIS SIDA  tem como objectivo o financiamento de projectos e acções no âmbito da prevenção e controlo da Infecção VIH/Sida, desenvolvidos por organizações da sociedade civil.  Entidades que se podem candidatar ao Programa de Financiamento de Projectos e Acções no âmbito do Programa Nacional de Prevenção e Controlo da Infecção VIH/sida 2007 2010.
 
Pessoas colectivas privadas sem fins lucrativos que, no âmbito da prevenção da infecção por VIH/sida, actuem nas áreas da saúde e/ou da solidariedade social.
 
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SIDA aumenta entre os Séniores.

“Assiste-se a uma desvalorização desta doença na população de meia-idade e nos idosos, que pensam que a sida só acontece aos mais novos”.

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